O parecer que separa o palpite do risco real.
Gere um parecer de registrabilidade a partir da busca. A IA classifica as classes de Nice, mas o risco é calculado de forma determinística contra as anterioridades reais do INPI. Você entrega ao cliente uma peça com a sua marca, sem expor a sua análise interna.
Um parecer com lastro, não com opinião.
A IA faz o que ela faz bem. O risco, quem mede é a base do INPI.
Risco determinístico
A análise de risco roda por regra contra as anterioridades reais do INPI, não por opinião de um modelo. O número tem de onde vir.
A IA no lugar certo
A IA classifica as classes de Nice do que você vai registrar. Ela sugere; a viabilidade não é decidida por ela.
Duas visões do mesmo parecer
A sua visão traz o raciocínio completo, o plano B e as notas internas. A do cliente é um subconjunto: o que ele precisa ver, sem o que é seu.
Peça pronta pro cliente
Link público e PDF do parecer, que podem sair com a marca do escritório. As notas internas nunca entram no que é compartilhado.
Da busca ao parecer entregue
Três passos, sem recontar o caso.
Gere do resultado
Dispare o parecer a partir de um resultado da busca ou de um processo da carteira. As anterioridades já vêm da pesquisa.
IA classifica, regras avaliam
A IA identifica as classes de Nice; as regras confrontam o pedido com a base do INPI e pontuam o risco de cada anterioridade.
Entregue ao cliente
Revise e compartilhe a visão do cliente por link white-label ou PDF. O que é interno fica interno.
Tudo o que o parecer carrega
Como o risco é medido
- As anterioridades vêm da busca que originou o parecer.
- Risco por regra determinística contra a base do INPI, não por palpite de IA.
- Classe de Nice classificada pela IA, para direcionar a análise.
- Cada anterioridade com o score e os sinais que o produziram à mostra.
Duas versões, um dado
- Sua visão: raciocínio completo, plano B e detalhes técnicos.
- Visão do cliente: um subconjunto do parecer, sem o que é interno.
- As notas internas são coluna à parte: nunca entram no link nem no PDF.
Formatos de entrega
- Link público com token aleatório, não sequencial.
- PDF do parecer para anexar ou enviar.
- Parecer clássico ou por IA, partindo da mesma base de anterioridades.
Por que o risco não pode ser palpite de IA

Um "provavelmente viável" gerado por modelo não protege ninguém.
No MyPI, a IA faz o que ela faz bem (classificar as classes de Nice) e o risco é calculado por regra contra as anterioridades reais do INPI. O cliente recebe uma conclusão que você defende, com os sinais à mostra.
Testar grátisRisco com lastro. Medido por regra contra a base do INPI, não por opinião de um modelo.
IA no lugar certo. Classifica as classes de Nice e ajuda a direcionar, sem decidir a viabilidade.
Nota interna nunca vaza. É coluna própria; jamais entra no link público nem no PDF.
Peça com a sua marca. O parecer chega ao cliente como trabalho do escritório.

O que é seu não vaza.
O parecer tem duas faces por construção: a sua, completa, e a do cliente, um subconjunto. A separação não é um filtro que pode falhar.
Testar grátisO que o cliente nunca vê
Notas internas, plano B e detalhes técnicos ficam só na sua visão. O link público e o PDF carregam apenas o subconjunto do cliente.
Link que não se adivinha
O endereço público usa token aleatório, não uma sequência. Quem não tem o link não chega ao parecer.
A base é a oficial
O risco é medido contra as anterioridades do INPI, sincronizadas a cada Revista da Propriedade Industrial.
A Viabilidade está nos planos do MyPI
Faz parte do fluxo de busca e carteira. Veja qual plano cobre o seu volume de pareceres.
Sistema de análise de viabilidade: o que é automático e o que é seu
A divisão de trabalho do módulo é clara: a IA entra só numa etapa, classificar as classes de Nice do que você vai registrar, para direcionar a análise. Ela não decide se a marca é viável. O risco é calculado por regra determinística contra as anterioridades reais do INPI, a partir da mesma busca que originou o parecer, então cada conclusão tem um sinal concreto por trás, não uma opinião de modelo. A conclusão final (registrar, ajustar ou desistir) continua sendo sua. Para ver a estrutura completa de um parecer, seção por seção, com exemplo de preenchimento, veja o modelo de parecer de anterioridade de marca.
Precisa de ajuda?
As perguntas que mais recebemos sobre o parecer de viabilidade.
A IA decide se a marca é viável?
Não. A IA classifica as classes de Nice. O risco é calculado por regra determinística contra a base do INPI. A decisão é sua.
O cliente vê as minhas notas internas?
Nunca. Notas internas, plano B e detalhes técnicos ficam só na sua visão. A visão do cliente é um subconjunto do parecer.
Como compartilho o parecer com o cliente?
Por link público, que pode sair com a sua marca, ou em PDF. O link usa token aleatório, não sequencial.
De onde vêm as anterioridades?
Da busca que originou o parecer, sobre a base do INPI sincronizada a cada RPI.
Existe parecer sem IA?
Sim. Há o parecer clássico e o por IA; os dois partem da mesma base de anterioridades.
O parecer sai com a marca do escritório?
Podem: o link público e o PDF saem com o logo e as cores do escritório já no plano base. No período de teste o parecer sai sem a sua marca.
O sistema de análise de viabilidade substitui o procurador?
Não. Ele classifica as classes de Nice com IA e calcula o risco por regra contra a base do INPI. A conclusão sobre registrar, ajustar ou desistir é sempre do procurador.
Existe um modelo de parecer que eu possa seguir?
Existe. O modelo de parecer de anterioridade de marca mostra a estrutura seção por seção, com exemplo de preenchimento, mesmo para quem ainda monta o parecer fora do MyPI.
Leitura recomendada
Guias do blog sobre o tema deste módulo.
Parecer de viabilidade de marca: como estruturar e o que não pode faltar
Saiba como estruturar um parecer de viabilidade de marca completo, com a fundamentação e os elementos que protegem o cliente e o escritório.
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Módulos que completam este fluxo.
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