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Escala

Taxa de conversão de consulta em depósito: o que a busca tem a ver com isso

Na agência, a busca é custo de venda: acontece antes de faturar. Como velocidade e forma da resposta mexem na taxa de conversão.

A agência de marcas vive de um funil curto: consulta entra, busca é feita, parecer sai, cliente decide. O honorário só existe no fim, mas o trabalho começa muito antes. Entre uma coisa e outra mora a métrica que define a operação: quantas consultas viram depósito.

O funil da agência

No escritório tradicional, a busca de anterioridade é serviço faturado. Na agência, ela costuma ser cortesia comercial: faz-se a busca para ganhar o contrato. Isso muda a matemática, cada consulta que não converte é hora de trabalho paga pela margem das que converteram.

Com essa estrutura, existem só três jeitos de crescer: mais consultas entrando, mais conversão, ou menos custo por consulta. Os dois últimos dependem diretamente de como a busca é feita.

A busca é custo de venda

Se cada anterioridade consome uma hora de analista entre portal do INPI, variações de grafia e conferência manual, o custo de aquisição embutido em cada contrato é alto, e o tempo de resposta se estica. E tempo de resposta é conversão: quem consulta uma agência costuma estar consultando duas ou três. A proposta que chega primeiro, com análise que parece análise, leva.

A busca não precisa ser só precisa, precisa ser precisa e rápida. É a combinação das duas que sustenta a taxa de conversão sobre as consultas que não fecharam.

Três alavancas de conversão

  1. Velocidade de resposta. Consulta respondida no mesmo dia conversa com um cliente ainda quente. Uma busca que compara escrita, fonética e radical num único score elimina a rodada manual de variações.
  2. Forma da resposta. Resposta por telefone evapora; parecer com a marca da agência, aberto por link no celular, circula entre os sócios do cliente e fecha sozinho.
  3. Próximo passo embutido. O parecer que termina em “viável, podemos protocolar ainda esta semana” converte mais que o que termina em análise. A proposta é parte do documento, não um segundo contato.

Como medir sem inventar planilha

Quatro números que contam a história

  • Consultas por semana, o topo do funil, vindo do marketing.
  • Tempo mediano até o parecer, a alavanca mais barata de melhorar.
  • Conversão consulta → depósito, a métrica-mãe, acompanhada por mês.
  • Propostas aceitas, se o parecer vai bem e a proposta não, o problema é preço ou follow-up, não análise.

Em resumo

Conversão em agência não é talento comercial: é engenharia do intervalo entre a consulta e a resposta. Encurte a busca, entregue parecer que parece trabalho, embuta o próximo passo, e meça o funil com os números que a própria operação já gera.


Do artigo para a prática

Da consulta ao depósito em escala: a solução do MyPI para agências de marcas cobre busca em lote, parecer de viabilidade e GRU emitida.

O parecer sai direto do resultado da pesquisa no módulo de Busca.

ConversãoBusca de anterioridadeFunil comercialEscala
TB
Thiago Batista
Sócio-fundador do MyPI · Especialista em Propriedade Industrial

Thiago Batista é sócio-fundador do MyPI e especialista em propriedade industrial. Acompanha de perto a rotina dos escritórios de PI no Brasil (busca de anterioridade, leitura da RPI, controle de prazos e análise de colidência) e escreve sobre como aplicar tecnologia a esse fluxo de trabalho.

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